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quarta-feira, 30 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Diário de Bordo - Huhu Button 3


No dia 14 de Junho de 2010, realizei um marco histórico na minha carreira como estudante/professor.

Participei no Congresso: Comunicação Multimédia & Presença Social, organizado pela Universidade Aberta, no âmbito do Mestrado em Pedagogia do E-learning, e da unidade curricular Comunicação Educacional, sobre a supervisão dos Professores António Quintas-Mendes e Maria Balsemão Mendes.

O local foi na e-learning3 Academy (Second Life)

Este foi o dia em que fiz a primeira apresentação em grupo a nível mundial.
O meu grupo, com o n.º3 intitulado de Krejins, é composto pela Anuska, a Maggie, a Karol e o Apedru. São todos nomes de avatares, pois somos representados por eles no mundo virtual (Second Life). O meu avatar é o Huhu.

Quero destacar que este nova maneira de comunicar foi bastante "real", pois o envolvimento do nosso grupo, mesmo não tendo um contacto físico e presencial, foi idêntico. As emoções dos elementos do grupo antes, durante e depois, foram tantas, como também as sentimos on-line.

A utilização do chat do SL, o e-mail, as SMS, etc., demonstravam o nosso estado emocional/psicológico e por vezes físico. Houve alegria, também houve tristeza, nervosismo, ansiedade, capacidade de liderança, autonomia individual e de grupo, respeito, entendimento, coordenação, inter-ajuda, etc.

Os dias que precederam o congresso, foram bastantes agitados e stressantes para o grupo, desde a preparação da apresentação à utilização das ferramentas de apresentação do mundo virtual, houve um corrupio de acções contínuas, para que tudo estivesse preparado a tempo.
Tudo correu bem, o que nos fez ficar ainda mais satisfeitos.

Para a realização do trabalho não poderemos de agradecer aos nosso professores pela ajuda e determinação prestada ao grupo, para a realização deste trabalho memorável.
Obrigado a todos por esta experiência.

P.S. : Consegui tê-los a todos, no meu escritório(minha casa) neste dia para recordar.

Debate sobre o Futuro da Aprendizagem


Depois de acompanhar o debate dos colegas, chegamos à conclusão, que a entrada das novas tecnologias no ensino em geral, ainda está para durar, embora, se tenham feito esforços para isso acontecer, por parte das identidades educativas e por parte dos profissionais de educação. Contudo algo está a falhar, ou ser mesmo assim o processo de mudança e adequação?

Na continuidade do debate, vou tentar aproveitar as ideias dos colegas, para tentar contrapor com as minhas, de modo, a conseguir responder às perguntas propostas pelo professor.

- Qual o papel do planeamento estratégico na disseminação institucional da utilização da tecnologia em educação?

Trocando a ordem das perguntas, vou aproveitar a seguinte frase da colega Ana Marmeleiro

"Por tudo isto, reforço o que temos vindo todos a afirmar ao longo do debate: é necessária uma mudança de paradigma e não a inserção da tecnologia à força."

Compactuo plenamente com esta ideia, e aqui está o busílis da questão. Aqui, como já evidenciei noutros posts, é que está a principal e primária alteração a realizar para a entrada das novas tecnologias.

O modelo de ensino e as metodologias utilizadas na maior parte das nossas escolas, não estão adequado(as) para receber a tecnologia de informação como meio de aprendizagem.

O que está acontecer, em muitos casos, como já disseram vários colegas, convém utilizar o material existente, pois chegou à escola.

O que acontece é que este material informático na escola, não é o meio de aprendizagem, mas sim mais um a acrescentar aos existentes.

Cumpre-se as mesmas horas de aulas para os conteúdos a leccionar, que estão no programa, e insere-se numa ou noutra aula, a pesquisa, o QIM, uma aula com projecção de vídeo, PP, etc.

No meu ver, usando a minha "táctica"(na gíria futebolística), o enquadramento das TIC, (não pensando se existem ou não condições técnicas nas escolas) nos programas e currículos, começava por dividir a carga horária de cada disciplina, em metade em contexto de sala de aula, onde não haveria contacto com as TIC, e outra metade realizada sempre num ambiente de TIC. Esta poderia ser complementada com trabalho on-line em casa ou na escola.
Depois as planificações e programações destas aulas eram delineadas segundo as competências a desenvolver, nunca sendo nada estanque, embora se desenvolvesse, sempre à volta de um núcleo de estudo.

Agora surge -me outra dúvida!

Segundo o colega Marco:

"Agora que o mundo da tecnologia fala em “cloud information”, em que todos os computadores estarão interligados pela Internet para partilhar a informação - a “grande nuvem” estará acessível a todos a partir de qualquer lugar –, nem será preciso transportarmos sempre connosco o computador portátil para acedermos ao arquivo pessoal. "

Então perante esta informação sem limites, a "cloud information", e com a introdução das TIC, como definiremos os currículos.

Deixam de existir?
Deixaremos de ter uma linha orientadora de aprendizagem para atingirmos um certo fim?
Será que poderemos oferecer na escola o conhecimento sem limites.
Teremos organização para isso?
Interessa que o alunos saibam mais e mais, sem um objectivo ?

Ou seja, no meu ver surgirá um problema a nível institucional, para quem quiser alterar o paradigma da educação actual, que é o que se pretende aprender.

O ser pleno com acesso a informação constante? Ou o ser autónomo e preparado para o mundo do trabalho, com formação adequada para atingir certos fins?

É muito complicado, pois pelos amantes da informação on-line, tudo se aprende na net, mas isso acontece quando? Quando o ser está apto e formado para isso.
E onde se forma esse ser? Na escola. Será que não precisa de ir à escola? Com acesso a um PC em casa o ser atinge o ser perfeito com a utilização da net no seu dia-à-dia? Huum. Muito se pode escrever sobre isto.


Para a introdução das TIC como meio de aprendizagem estrutural e não periférico, como é actualmente, o governo só tem de fazer uma coisa. Impor e por em prática, como impôs a nova taxa do IVA, ou outra alteração qualquer.
Ou então, como o Marcelo Rebelo de Sousa poderia dizer:
O Governo pretende... Mas não consegue...

- Quais serão, afinal, as tecnologias mais interessantes para o desenvolvimento das potencialidades da aprendizagem?

Em questão de tecnologias, temos vários problemas, como colegas, já enunciam, o custo, a falta de verbas, a escassez e o desgaste dos mesmo.
Contudo isto não pode ser, mas é, o problema para a introdução das TIC nas aprendizagens, por isso, retiro este parágrafo do colega Jorge:
"Parece-me que a atitude sensata a tomar, neste aspecto, será tentar fazer a melhor omeleta possível com os ovos de que dispomos, ao invés de exigir continuamente mais ovos, uma melhor frigideira ou um fogão mais recente. "
Contudo a tecnologia não para de evoluir, pois o interesse económico é muito à volta desta questão. É impossível actualizar softwares e hardwares anualmente nas escolas, por isso tem que ser delineada uma estratégia política, uniforme e pensada a longo, prazo para tentar colmatar este problema.

- Como se deve desenvolver a preparação dos estudantes e professores para a boa e eficaz utilização da tecnologia?

Neste caso, ainda há muito a mudar, pois o paradigma anterior não mudou. As formações das novas tecnologias ainda não estão a ter, no meu ver( âmbito geral) aquela finalidade pretendida, pois é mais uma formação onde vou aprender algo novo, mas que poderei ou não utilizar nas minhas aulas. A escolha é minha. Ou seja, na minha opinião, bastante sincera, TIC's ainda não fazem parte da essência das metodologias escolares.

Outro pormenor, que alguns colegas falam é na constante formação e actualização. Para isso, destaco este parágrafo da colega da Marina:

Segundo creio esta preparação para existir implica um processo constante e evolutivo de formação…tal como a tecnologia está sempre a evoluir, e nós sabemos como os nossos alunos gostam da “novidade”, creio que é necessário um update permanente para que os professores e os alunos possam tirar o máximo partido do equipamento que estão a usar. Caso esta actualização não aconteça ficarão presos no tempo e a evolução passará ao lado… as aulas cairão no tradicional e a motivação começará a desaparecer! Claro está que, para haver esta formação continua, é imprescindível a existência de verbas e nos tempos difíceis que corremos... e está tudo muito complicado com os cortes que todos temos conhecimento e os que virão ainda!...

Concordo plenamente com ele, mas em defesa dos professores e das suas vidas como homens que cresce, vivem e morrem, questiono:

Será que durante o nosso tempo de vida útil para esta profissão, conseguiremos ou teremos capacidade para constantes actualizações? Teremos sempre esta vontade ao longo da vida de mudar o que fazemos? Ou teremos nas nossas vidas uma certa altura em que possuímos uma certa apetência para novidades?
Não sei, peço a opinião dos colegas?
Para a formação dos alunos, penso que se um professor tiver vontade e formação para isso, conseguirá que os alunos consigam adaptar-se às novas tecnologias.

Contudo, como na aprendizagem da leitura e escrita, existe aquele pré-estimulação que é feita em casa e no meio onde o aluno vive que lhe permite adaptar à leitura e escrita. Entretanto há aqueles que têm dificuldades nessa adaptação.
Nas TIC, irá ocorrer o mesmo, na minha opinião. Quem tiver em casa uma adaptação as estas tecnologias terá alguma vantagem sobre os que a não têm.
E aqueles alunos que não se adaptem a estas metodologias métodos, o que lhe fazemos?
Bem, podemos dizer o contrário sobre a actualidade.

Mas também passa por isto:

Daí ser importante que professores, alunos e encarregados de educação colaborem juntos – se quisermos, em “rede” - na elaboração dessa estratégia.
Marco Freitas

Para acabar, destaco o parágrafo da colega Marina:

"É necessário reflectir e procurar melhorar o que temos, tendo sempre em mente o futuro e o que este nos pode trazer… pois há tanto para fazer e tanta coisa passível de ser melhorada…é preciso pois, reflectir e encontrar caminhos de possibilidades estratégicas de modo a tirar o máximo partido do uso da tecnologia em contextos educacionais.

P.S.:Colegas, não pude reflectir sobre todas as postagens, mas são todas pertinentes

domingo, 6 de junho de 2010

Debate - O Futuro da Escola - ESR

Depois de ver a extensão do debate, queria partilhar convosco este vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=-rM8c4-Hovs

encontrado no Youtube, criado pelo Electrocooperativa (http://www.youtube.com/user/eletrocooperativa) (Exemplo da utilização da rede para difundir educação pelos indivíduos que se distanciam da sociedade)

durante uma conferência sobre Sociedade em Rede e Educação, organizada pelo Instituto Vivo (http://www.vivo.com.br/institutovivo/home.php)

(http://vivoeduca.ning.com/)

"Desde sua criação, em julho de 2004, o Instituto Vivo tem investido em projetos de educação e geração de oportunidades de trabalho e renda para jovens com e sem deficiência visual em todo o país. Hoje, alinhado a missão da Vivo – criar condições para que o maior número de pessoas possa se conectar, a qualquer momento e em qualquer lugar, possibilitando viver de forma mais humana, segura, inteligente e divertida –, o Instituto Vivo conecta pessoas e desenvolve redes por meio de quatro programas: Rede Vivo Educação, Rede Vivo de Inclusão Social; Rede Vivo de Voluntariado e Rede Vivo de Gestão Social."

Deste vídeo destaco as mensagens dos intervenientes e a frase chave do vídeo. "A escola forma gente para o futuro ou para o passado?"

O vídeo avalia a escola actual e ao mesmo tempo mostra o caminho a seguir. Saliento um dos seus intervenientes, que nos alerta que embora tenhamos novas tecnologias nas escolas, ainda continuamos a usar essa tecnologia para expor a matéria.( José Pacheco, ex-diretor da Escola da Ponte, de Portugal)

Outra intervenção que destaco, é aquela em conta que se um homem à 500 anos hibernasse e acordasse neste século, não iria conhecer elevador, nem carro, nem telemóvel, mas escola saberia o que era.

Esta intervenção vem de encontro ao que o professor nos questionou, e aos comentários dos colegas sobre o futuro da educação e da escola.

Quando conseguiremos mudar este acto secular, que é ensinar, aproveitando os recursos existentes, indo de encontro à actualidade, e não utilizando técnicas que herdamos e continuaremos a disseminar?

PS: Não estou a defender nenhuma das vertentes, pois estou confuso e ao mesmo tempo esclarecido sobre este assunto.



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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Diário de Bordo - Huhu Button 2

No dia 1 de Junho de 2010, a aula começou por recordarmo-nos das nossas, ou de alguns, salas de aula com cadeiras e mesas individuais. Tive alguma dificuldade em sentar-me naquelas cadeiras, mas com insistência lá consegui.

A aula incidiu sobre a construção de objectos no Sl, mais propriamente sobre a textura dos objectos.
A textura dos objectos é que define o objecto. Tudo é feito a partir de um sólido (prim) com uma textura tipo madeira, que aparece por defeito. Depois a cada face do prim, adiciona-se uma imagem escolhida, de forma a criar o objecto que queremos.

No Sl os objectos medem-se em prim's.

Nesta altura Mysa mostrou-nos um móvel de cozinha do Ikea muito bonito...

O formato das imagens no SL, encontram-se em JPEG2000, contudo ara introduzirmos imagens externas, devemos prepará-las para formatos PNG e TGA.

Os tamanhos delas podem variar. Ou seja, a resolução destas podem variar consoante a necessidade, pois quanto mais a imagem tiver um resolução maior, mais tempo esta demora a aparecer no monitor.

Por isso, não se devem criar objectos com imagens muito pesadas, pois os PC's médios e baixos em questões de placa gráfica, poderão não conseguir visualizar o objecto.
Este aspecto da formação do objecto no SL, chama-se Rezz.

No seguimento, fizemos a ponte para o nosso congresso e os nossos PP. Como temos de criar imagens para os apresentar, a professora alertou-nos para o cuidado da sua preparação através das texturas abordadas.

Depois tentamos ir experimentar o Presenter, ferramenta de apresentação de trabalhos, mas não quis funcionar para o meu lado. Trabalho para os próximos tempos.

No fim fomos relaxar para debaixo de água, onde flutuamos a gravidade zero.

Vamos à próxima.

Pois o Congresso está à porta.

Colegas avatares, tirei fotografias individuais sem autorização.

PS: "Somos muito lindos..."


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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Diário de Bordo - Huhu Button


Depois de entrar nesta aventura do SL,temos tido muitas experiências neste mundo onde "quase" tudo pode acontecer.

Não tenho tido muito tempo para explorar este mundo do SL, mas as horas despendidas têm sido interessantes, pois interagimos com pessoas para um fim comum.


A aprendizagem primária, de conseguir deslocar-me neste mundo foi fácil, contudo devido a problemas tecnológicos custou conseguir desfrutar das cores e dos gráficos que este mundo nos emite.


A outra finalidade do SL, tem sido a nossa actual descoberta através de aulas síncronas com a ajuda da nossa professora Mysa. Ela, com muita paciência, tem conseguido instruir-nos gradualmente na utilização de ferramentas essenciais para conseguirmos atingir a os objectivos da unidade curricular (Comunicação Educacional.


Realizamos tarefas tipo:


- registar na Webintercom;

- Registo no SLOODLE (Fazê-lo sempre que cheguemos à aula);

- gravar a conversa no chat (essencial para mais tarde recordar);

- participar nas sessões utilizando o audio e o chat (respeitar as entradas de audio, senão estamos no estádio de futebol);

- mudar o ambiente(fazer de São Pedro);

- trocar e criar notecards(essencial para a troca de informação) ;

- Funcionamento da SLOODLE TOOLBAR (Realizar gestos, publicar no sloodle/blog);

- experiências radicais (inúmeras experiências a desfrutar);



Salientar que no final da última aula, em questões de radicais foi excelente.

Moto4, conduzir um Mercedes, fazer windsurf e andar de heli com a nossa professora mais o Merlin.

Como já contou o Merlin, houve um pequeno acidente com o heli, eu saltei antes, mas o inesperado aconteceu. Caíram. Não há seguro.



Mas já estão bons.