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sábado, 24 de abril de 2010

Unit 2: Online Teaching Techniques - Activity 3

Hello, teacher and classmates.
After viewing the work done by colleagues, I have to say that the choice was not easy, since the diversity is varied.
Since the new tools that I discovered, as Vuvox, Glogster, Mindomo, Empressr, Brain Flips, etc.. And the different approaches to the subject, has hampered the task of choice. Honestly, my choice would be charged on several AB's and LO's.

My criteria for choosing the AB were determined, taking into account:
- Diversity of literature;
- Relevance of the Bibliography;
- Presentation.

My criteria for choosing the LO were determined according to the colleagues who presented:
- Presentation of online teaching techniques;
- Images instructive;
- Video tutorials, which is practical at the expense of videos with long speeches and boring.
- Organization of presentation;
- Innovation in the tool used;
- Introduction of quiz on the subject.

Using the criteria of choice, this time the focus A selection:

AB - Antonio Pedro

LO - Maria Joao Spilker (LO's included Carla Elias, Maria Leal, Hugo, Paula, Antonio Pedro, Ana Morgado, Isabel Butters) (In Category Quiz highlight LO Ana Marmeleiro, Lauriza Cecilia Thomas)

Keep up the good work

Joaquim Pinto

sábado, 17 de abril de 2010

Unit 2: Online Teaching Techniques - Activity 2













The construction of the LO

To accomplish this LO, I had to first perform a reading of the literature found, then tried to extract information from succinct theory about learning techniques online. After researched websites and blogs with information on techniques used throughout the world.
Subsequently, the tool chosen for their presentation. I selected a tool available on-line, EMPRESS, which lets you create slideshows.
I tried a background image for the submission, choose the transit time between slides, the transition mode of slides and subsequently started to enter text. The Empress, allows sharing and embed in our blog.

Purpose of the LO

This LO is the first part a set of theories about teaching online and in the second part a set of tools used in the world of e-learning. Being in some of them explained everything should be done to implement these techniques.


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Definição de Cibercultura segundo Pierre Lévy e 3 EXEMPLOS


Antes de tentar definir a definição de cibercultura, quero informar o Professor e colegas, que adorei ler o livro, pois penso que é de uma qualidade extrema. É digno de estar na prateleira da nossa casa.


Neste livro, CIBERCULTURA, Pierre Lévy, consegue através de um discurso elaborado, cheio de analogias históricas, mas ao mesmo tempo de um simplicidade clarificadora, descrever uma realidade difícil de legendar. Consegui-me identificar em vários capítulos e perceber as mudanças nas quais estamos inseridos e das quais não podemos nos alienar.


Para definir Cibercultura, segundo Lévy, temos de identificar o meio da sua criação, na qual ela emerge e se transforma, o ciberespaço.

A cibercultura produzida neste espaço, não possuem nem centro nem linhas directrizes. É vazio, sem conteúdo particular, mas que aceita todos ao mesmo tempo, pois a cada novo nó da rede de redes em expansão constante pode tornar-se produtor ou emissor de novas informações.

Lévy, denomina a universalidade do acontecimento, desprovido de significado central, num sistema da desordem, com transparência labiríntica, mas com falta de totalidade, a essência paradoxal da cibercultura.

Cibercultura é possível existir, porque denota-se um desenvolvimento do sistema digital universal como também, da progressão de todos os elementos do ciberespaço, devido também à integração, à interconexão, ao estabelecimento de sistemas cada vez mais interdependentes, universais e transparentes.

Para Levy, a cibercultura que emana do ciberespaço, surge a partir da desconexão de operadores sociais (máquinas abstractas), a universalidade e a totalização. Estes dois conceitos surgiram acoplados aquando da invenção da escrita, pois a escrita não determina automaticamente o universal, também a condiciona.

Universalidade (Universal) - é a presença (virtual) da humanidade em si mesma.

Totalidade – Conjunção estabilizada do sentido de uma pluralidade (discurso, situação, conjunto de acontecimentos, sistema, etc.).

“Grande parte das formas culturais derivadas da escrita tem vocação para a universalidade, mas cada uma totaliza sobre um atractor diferente: as religiões universais sobre o sentido, a filosofia sobre a razão, a ciência sobre a exactidão reprodutível, os “media” sobre uma captação num espectáculo siderante, baptizado de “comunicação”. Em todos os casos, a totalização ocorre sobre a identidade da significação.” Lévy, P (pág. 117)

A escrita actual no ciberespaço, leva-nos aos momentos antes da invenção da escrita, mas noutra escala e noutra órbita, na medida em que a interconexão e o dinamismo em tempo real das memórias on-line tornam novamente possível, para os parceiros da comunicação, compartilhar o mesmo contexto, o mesmo hipertexto “vivo”. Virtualmente, todas as mensagens encontram-se mergulhadas num banho comunicacional fervilhante de vida, incluindo as próprias pessoas, do qual o ciberespaço surge, progressivamente, como o coração.

“Esta interconexão generalizada, utopia mínima e motor primário do crescimento da Internet, emerge como uma nova forma de universal.” Lévy, P (pág. 118)

Contudo a cibercultura dá uma nova forma a um novo tipo de universal, o universal sem totalidade. O ciberespaço, não consegue engendrar uma cultura do universal, porque está em toda a parte, e sim porque a sua forma é indissociável da humanidade, pois permite para quem esteja envolvido ou interessado, possa emitir a sua opinião, mostrado direito adquirido e legítimo.

Assim, como estamos todos inseridos no dilúvio da comunicação, não pode haver uma totalização, pois cada conexão suplementar acrescenta ainda mais heterogeneidade, novas fontes de informação, novas linhas de fuga, de tal modo que o sentido global torna-se menos perceptível, cada vez mais difícil de circunscrever, de fechar, de dominar. Ou seja, a cibercultura permite a existência da humanidade em si mesma, ao contrário da totalidade estabilizada.

Quanto mais o novo universal se concretiza ou se actualiza, menos ele é totalizável. Lévy, P (pág. 120)

Lévy, indica a génese do ciberespaço, como fruto um verdadeiro movimento social, onde predomina os três princípios orientadores: interconexão, as comunidades virtuais e a inteligência colectiva.

Como contribuidores de cibercultura, temos na sua maioria os anónimos e amadores dedicados que melhoram constantemente as ferramentas de software de comunicação e não os grandes nomes.

A internet é um dos mais fantásticos exemplos de construção cooperativa internacional. Lévy, P (pág. 126)



Princípios da criação do Ciberespaço (Programa da Cibercultura)

Interconexão

O horizonte técnico do movimento da cibercultura é a comunicação universal: cada computador, cada aparelho, cada máquina,…, deve possuir um endereço na Internet.

Comunidades virtuais

Construída a partir das afinidades de interesses, de conhecimentos, sobre projectos mútuos, em um processo de cooperação ou de troca…

A moral implícita da comunidade virtual é em geral a da reciprocidade.

Inteligência Colectiva

Um grupo humano interessa-se por criar uma comunidade virtual para aproximar-se do ideal colectivo inteligente, mais rápido, mais capaz de aprender e de inventar…

Cada um de nós é uma espécie de neurónio de um mega-cérebro planetário…

RESUMO

O programa da cibercultura é o universal sem totalidade, já que a interconexão deve ser não apenas mundial, mas quer também atingir a compatibilidade ou interperabilidade generalizada. Universal, pois no limite ideal do programa da cibercultura qualquer um deve poder aceder de qualquer lugar as diversas comunidades virtuais e seus produtos. Universal, enfim, já que o programa da inteligência colectiva diz respeito tanto às empresas como às escolas, às regiões geográficas como às associações internacionais.

A interconexão condiciona a comunidade virtual, que é uma inteligência colectiva em potencial. Lévy, P (pág. 133)

A criação do ciberespaço, também teve repercussões a nível da arte. A criação ou alteração de conteúdos relacionados, passaram-se a chamar de ciberarte. A música, a imagem e o texto estão a sofrer tantas modificações, pois cada um de nós é um possível agente ou co-autor e modificador da ciberarte.

A obra virtual é “aberta” por construção. Lévy, P (pág. 136)

Os testemunhos artísticos da cibercultura são obras-fluxo, obras-processo, ou mesmo obras-acontecimento pouco adequados ao armazenamento e à conservação. Lévy, P (pág. 147)

Levy, define cada um de nós como engenheiros do mundo, no qual críamos obras, mas não acabadas por si só, pois possuem portas abertas para a metamorfose.

Muito há a dizer sobre a cibercultura no livro de Pierre Lévy, pois o tema em si é muito vasto, ou universal. Tentei extrair do livro o que achei mais relevante e coloquei neste texto.

3 EXEMPLOS DE CIBERCULTURA:

Perante a leitura do livro, do meu senso comum e de alguns artigos lidos na internet, descobri que existem vários exemplos de cibercultura.

Vou destacar em primeiro lugar:

AS COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM:

- cada vez mais existem comunidades de aprendizagem na Web, designando-se também pelo ensino à distância (EAD). Os centros de aprendizagem (Universidades, centros de aprendizagem, etc.), cada vez mais proliferam a nível mundial. A necessidade de conhecer e de aprender, com o menor custo possível, leva instituições e empresas a reorganizar-se para permitir o ensino on-line. Para coadjuvar, há uma série de recursos disponibilizados na Web, tais como, os repositórios e as bibliotecas digitais, através do e-books , como blog’s e sites educativos ou de formação.



Em segundo lugar, destaco:

AS REDES SOCIAIS:

- as redes sociais cada vez mais uma rotina no dia-a-dia dos cidadãos. A necessidade de comunicar e conhecer, tem levado milhões de pessoas a utilizar várias interfaces de comunicação, tais como o Messenger, IRC, Facebook, Twitter, skipe, etc. Estas plataformas de comunicação têm evoluído de tal forma, que se passou de uma comunicação textual, para a comunicação com imagem e som em tempo real, podendo estar ligado a uma série de informação.


Em terceiro lugar, destaco:

A ARTE SOM, DA IMAGEM E DO VÍDEO:

-actualmente encontramos na Web, toda a multiculturalidade musical do planeta. Agora não se compram discos, cassetes, ou mesmo quase CD’s, compram-se músicas ou álbuns, realizando downloads.

A imagem veicula uma série de informação, que pode ser encontrada na Web. Quase tudo é fotografado e publicado. Existem “armazéns” de fotografias digitais, onde cada um pode contribuir com o seu trabalho. O vídeo, e principalmente a partir da criação do Youtube, passou a ser mais uma ferramenta de divulgação planetária, para vários fins é claro. Com oo vídeo aprende-se, conhecesse, divertimo-nos, etc. Anexando a este exemplo de cibercultura, destaco, os jogos on-line. A evolução neste campo tem sido brutal, pois o interesse económico é muito. Milhões de cibernautas passam horas de lazer, a jogar jogos on-line ou off-line com grupos de parceiros do mundo inteiro, na busca do mesmo objectivo.



sábado, 10 de abril de 2010

Unit 2: Online Teaching Techniques - Activity 1 - Versão Inglesa


This unit, whose main purpose is to publicize the possible techniques and methods of teaching online, but also discover a little progress on these techniques, as with the evolution of technology, nothing is stagnant.

AB1 - To start the study, started by the literature referenced by our professor Morten FP. With the partial reading of the book Online Education and Learning Management Systems, more specifically the chapter Teaching Techniques Online, I found that there are a variety of techniques to use in a process of learning online, but also a variety of opinions according to the experience of authors who defend them.

Stands:

Teaching Techniques Discussed by McCreary and Van Duren











Teaching Techniques Discussed by Harasim












Teaching Techniques Discussed by Rekkedal and Paulsen











Teaching Techniques Discussed by Kaye












According to Rapaport (1991), the classification of these techniques are organized according to the four communication paradigms used in CMC.
The paradigms are divided into:

- The Online Resource Paradigm
- The E-mail Paradigm
- The Bulletin Board Paradigm
- The Conferencing Paradigm

Bulletin Boards, Computer Conferencing, Electronic Mail, and Information Retrieval.
Harasim (1989), in his paper Collaborative Learning Horizon, distinguishes learning techniques one-to-one, one-to-many, and many-to-many.
This resulted in the following table.



AB2 - Following on the research, to highlight the following Web site belonging to the institution, St John's University, which gives us a set of tips and principles for teachers to improve their practice in teaching online.



AB3 - Queen's University, through its center for teaching and learning accounts consist of all the techniques mentioned above in AB1. But also has other resources for consultation, a lot of interesting:






AB4 - Also spotted a network of distance learning, where we can find strategies and activities for teacher education can apply online.






AB5 - So that everyone can test your knowledge of online teaching techniques, the highlight of our teacher Quizz.



AB6 - MODELLING NEW SKILLS FOR ONLINE TEACHING - Salter, G. and Hansen, S.

This article talks about the need to create, but also put into practice new teaching strategies online, so that there is success in its implementation, while not discarding the traditional support of learning.

AB7 - Moodle Teaching Techniques: Creative Ways to Use Moodle for Constructing Online Learning Solutions

Although it is an educational resource closed, because we have to buy the book, I think it is very relevant in its disclosure. Through the index one can therefore learn the techniques online learning that a teacher can use a platform moodle.



In short, we can say that there are a multitude of possible techniques that can be used in CMC environments, however, according to Morten FP, group projects, lectures, correspondence and studies using the database, the teaching techniques were more used online. It is a matter of choice.

Unit 2: Online Teaching Techniques - Activity 1 - Versão Portuguesa


Esta unidade, tem como principal finalidade dar a conhecer as possíveis técnicas e metodologias de ensino on-line, como também, descobrirmos um pouco da evolução dessas técnicas, pois com a evolução da tecnologia, nada é estanque.

AB1 - Para iniciar o estudo, comecei pela bibliografia referenciada, pelo nosso professor Morten FP. Com a leitura parcial do livro Online Education and Learning Management Systems, mais propriamente o capítulo Online Teaching Techniques, verifiquei que existe uma variedade de técnicas a utilizar num processo de aprendizagem on-line, como também uma variedade de opiniões de acordo com a experiência dos autores que as defendem.

Destaca-se:

Teaching Techniques Discussed by McCreary and Van Duren











Teaching Techniques Discussed by Harasim












Teaching Techniques Discussed by Rekkedal and Paulsen











Teaching Techniques Discussed by Kaye












Segundo Rapaport (1991), a classificação destas técnicas são organizadas de acordo com os quatro paradigmas de comunicação utilizadas nas CMC.
Os paradigmas dividem-se em:

- The Online Resource Paradigm
- The E-mail Paradigm
- The Bulletin Board Paradigm
- The Conferencing Paradigm

Bulletin Boards, Computer Conferencing, Electronic Mail, and Information Retrieval.
Harasim (1989), no seu paper Collaborative Learning Horizon, faz a distinção de técnicas de aprendizagem one-to-one, one-to-many, and many-to-many.
Daí resultou o seguinte quadro.



AB2 - Na continuidade da pesquisa, destaco para o seguinte site pertencente à instituição St- John's University, que nos concede um conjunto de dicas e princípios para que os professores possam melhorar a sua prática no ensino on-line.


AB3 - A Queen's University, através do seu centro de ensino e aprendizagem explica em que consistem todas as técnicas acima citadas na AB1. Como ainda tem outros recursos para consulta, bastantes interessantes:






AB4 - Também localizei uma rede de ensino à distância, onde podemos encontrar estratégias e actividades para um professor poder aplicar no ensino on-line.






AB5 - Para que todos possam testar o conhecimento das técnicas de ensino online, destaco a Quizz do nosso professor:


AB6 - MODELLING NEW SKILLS FOR ONLINE TEACHING de Salter, G. and Hansen, S.

Este artigo fala da necessidade de criar, como também por em prática novas estratégias de ensino on-line, de modo que haja sucesso na sua aplicação, embora não descarte o suporte tradicional de aprendizagem.


AB7 - Moodle Teaching Techniques: Creative Ways to Use Moodle for Constructing Online Learning Solutions

Embora seja um recurso educativo fechado, pois temos que adquirir o livro, penso que é bastante relevante a sua divulgação. Através do índice podemo-nos inteirar das técnicas aprendizagem on-line que um professor pode utilizar numa plataforma moodle.





Em suma, poderemos dizer que existem uma imensidão de possíveis técnicas que se podem usar em ambientes de CMC, contudo, segundo Morten FP, os projectos de grupos, palestras, estudos de correspondência e utilização de base de dados, foram as técnicas de ensino mais utilizado online. É uma questão de escolha.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Unit 1 - Cooperative Freedom - Activity 4 - One-Question-Interview (1QI)


One-Question Interview (1QI) the educational agents related to distance education in Portugal or abroad.

After thinking about who would question on this theme, I decided to do a web search. I found the names (Prof. José Palma and Engineer Martinha Piteira) as teachers / trainers in the Superior Technical School of Setúbal through the Workshop "A Methodology for Greater Flexibility in Higher Education: Strategies for Distance Education" and the GTS - Center for E-Learning the ESTSetúbal.

http://www.si.ips.pt/ests_si/unidades_geral.visualizar?p_unidade=203

I realized, in accordance with the objectives, which have in their hands the paper to encourage the development and application of distance learning in this institute, emphasizing Flexlearn methodology allows the implementation of the methodologies and / b-learning.

So, I asked them to master this collaboration by addressing the following questions:
Also informed that if they participate in the response, it will be placed in the Forum of school and in my Blog http://joaquimpel04.blogspot.com/

Q1 - In the context of distance learning, the theory of cooperative freedom distinguishes between individual learning, collaborative or cooperative within EAD, and may be influenced by 6 vectors of freedom (Time, Space, Rhythm Progression, Environment, Access and Curriculum). As your EST-learning's mission, manage, facilitate and enhance the efforts of faculty ESTSetúbal towards the use of methodologies and technologies for distance learning, and your experience before I come to ask:

1 - Teachers who have adhered to the methodology of distance education, tend to choose more of e-Learning methodology or the methodology of the b-learning?

2 - In the choices of these methodologies, as it is managed by teachers, assessment of students in both contexts? It is more relevant a cooperative / collaborative groups of students, or an individual work of a student?


Prof. Morten, what do you think of the idea? Still do not know if I will respond.
Happy Easter to everyone.
Joaquim Pinto